domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Sol de Inverno & Desfolhada
A natureza imperial da Rússia e o Kosovo
sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Mea culpa, mea maxima culpa
quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
E para recordar a noite de sexta...
Filmes da semana (e meia)
quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
Notícias da terra: "Porco à solta"
Ora, sendo a Bufarda (lindo nome, de resto) uma das terriolas da minha freguesia rural, seria bom alguém alertar o autor da notícia publicada no jornal da terra, para os seguintes factos:
Hasta siempre!
Dias históricos estes. Um novo país, um ditador que se retira. Fidel Castro, figura mítica da política internacional anunciou hoje que se retira como Presidente e como Comandante das Forças Armadas. A carta pela qual anuncia a sua decisão, tem, como não poderia deixar de ser, alguns elementos de demagogia profunda: é apanágio de um ditador; mais ainda, de um comunista. Mas é histórica.
"Mi deber elemental no es aferrarme a cargos, ni mucho menos obstruir el paso a personas más jóvenes, sino aportar experiencias e ideas cuyo modesto valor proviene de la época excepcional que me tocó vivir."
segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
E, no entanto, ela morre solteira.
Aconteceu quando caíu a ponte de Entre os Rios e acontece sempre que há alguma tragédia onde a culpa é partilhada. Neste país de políticos profissionais, não será de estranhar as posições. O ministro diz que a culpa é das autarquias; os autarcas, estupefactos, dizem que a culpa é do governo. Certo é que choveu, que há prejuízos e que há que fazer alguma coisa. E porque não dizer: "naturalmente que houve erros, mas vamos trabalhar, em conjunto, para os resolver"?
Ainda ontem a Vereadora Helena Roseta falava disso num debate cuja natureza premonitória deveria deixar muitos a pensar, evocativo das cheias de 1967 (ao fazer uma pesquisa encontrei este artigo sobre as cheias) de que, honestamente, nunca tinha ouvido falar. É preciso, mais que empurrar a culpa, começar rapidamente a trabalhar para evitar que tudo isto se repita, em Lisboa ou em qualquer outro ponto do país. É assim tão complicado? Para quê sacudir a culpa?
Será que me engano?
Fica provada a incapacidade da União Europeia de agir a uma só voz: a Espanha, um dos médios-grandes, diz que a declaração é contra o direito internacional e não irá portanto reconhecer o Kosovo. Será isto reflexo do cobardia de Zapatero, de ver os efeitos das desastrosas medidas que tomou no que diz respeito às autonomias espanholas? Outros países mais pequenos (Grécia, Roménia e Eslováquia) disseram que não reconhecerão a curto prazo o novo país e o Chipre indicou que nunca o fará.
O Presidente Francês, personagem recorrente deste blogue, faz questão de não desaparecer: enviou uma carta ao seu "homólogo" kosovar, reconhecendo "dès à présent le Kosovo comme un État souverain et indépendant" e propondo o estabelecimento de relações diplomáticas bilaterais. Rapidez, eficiência e publicidade. Nada ainda nos sites da Casa Branca e de 10 Downing Street.
Como fica a Rússia depois do reconhecimento pelas potências ocidentais? Não resisto a mais um cartoon do Times, desta vez com o almighty Putin como protagonista.

Guerra Fria?
A independência da província sérvia do Kosovo é motivo de páginas de reportagem nos jornais de hoje e de horas de comentários nos noticiários. Este cartoon, ao melhor estilo inglês, mostra o que resta da grande águia jugoslava. Tito estaria hoje pouco impressionado com o que resta.

Durante meses se falou de independência e a nunca houve nenhuma posição suficientemente clara da Europa e dos Estados Unidos. Sobretudo nunca se disse que rejeitariam a declaração unilateral de independência. Veremos agora se esta "comunidade internacional" reage ao seu melhor estilo cobarde face à ameaça do gigante russo, que fala já em utilizar poder militar para defender os "interesses russos".
quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
"Dia dos Namorados - Newsletter"
sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
O meu fim de tarde...........
17, 28, 30, 38, 44 * 1, 4
sábado, 2 de Fevereiro de 2008
Ainda o Rei D. Carlos
sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008
100 Anos do Regicídio
Chateia-me, por isso, que a Assembleia da República não tenha hoje aprovado o voto de pesar pela morte do Rei e que alguns políticos se insurjam contra a participação de elementos das Forças Armadas nas cerimónias que assinalaram o aniversário. Goste-se ou não de D. Carlos, seja-se republicano ou monárquico, ele foi um Chefe de Estado português e deve, como todos os outros, ser objecto das maiores honras. Foi, além disso, assassinado, vítima de um crime político. [Acho que o momento não é para falar de outras circunstâncias e personagens da nossa história em relação às quais a reconciliação se impõe. Talvez um dia destes.] O assassinato de qualquer português é motivo de pesar. O assassinato do Rei, que representa todos os portugueses e a história de um país e de um povo, é motivo de grande pesar.










[Actualização: já foi confirmado.]








































