segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
¿Eres de Madrid?
sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008
Encompassing the globe
domingo, 13 de Janeiro de 2008
Intermináveis eleições...
"Cécilia Albéniz, a cigana que fugiu do Eliseu" - artigo no Público de hoje
sábado, 12 de Janeiro de 2008
Bruni - parte não sei quantas
Despedidas, aeroportos, viagens...
Para já, entre o furor dos aeroportos e o dos campos de tiro, decidi-me pela primeira hipótese e não abri ainda a caça às ruminantes fêmeas dos bodes. Deixá-las pastar nos verdes prados do Norte e do Médio Oriente pareceu-me a melhor opção. Vou por isso partir, qual Rising Star, em tournée pela Europa e talvez o Mundo. Bruxelas, Madrid, Berlim, Dresden nas próximas semanas, com ocasionais regressos à mítica "Lisboa de 2007", para rever e matar saudades das pessoas que entraram na minha vida e que se tornaram insuperavelmente importantes. Volto, pois, um dia destes. Nem sequer me despeço aqui do limiar, uma vez que conto conseguir dar notícias, talvez ainda antes e espero que durante as minhas idas. Hasta...
quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Ontem à noite...
Nas coisas da vida em vez de dormir
Tive um quebranto, fiquei surdo e mudo
Tolhido de espanto mas percebi tudo
O mundo era meu, sentia-me um rei
O tempo era extenso e eu ditava a lei
Bastou dar um passo e crescer em frente
Perdi toda a graça quase de repente
Não fosse um sentido de humor apurado
Que me faz viver um sonho acordado
Não via tão claro o sentido da vida
E tudo seria bem mais complicado




domingo, 6 de Janeiro de 2008
Estas misturas.............
"Portugal saiu prestigiado do exercício da presidência"
Dia de Reis
Pensei em pôr uma imagem do "Rei dos Frangos" para comemorar o dia, mas achei que era fazer pouco da ocasião... Na verdade não se sabe se eram Reis, as escrituras falam em Magos; em português e espanhol deu Reis Magos, em inglês Wise Men (os franceses, antes de se dedicarem a falar da Carla Bruni alinhavam conosco). Não homens de magia mas homens de sabedoria, de ciência: de física, de química, de astronomia, de matemática. Não se sabe também quantos eram, mas a tradição conta três: Melchior, Gaspar e Baltasar.
sábado, 5 de Janeiro de 2008
¡Felicidades Majestad!
O Rei de Espanha é o exemplo vivo de que um Chefe de Estado desprovido de poder executivo pode ser absolutamente essencial ao normal desenvolvimento de um Estado de Direito e não apenas um mero espectador da vida política de um país, como são tantas vezes Presidentes e Reis por essa Europa fora. A continuidade na chefia do Estado parece-me um factor incontornável e essencial na história recente de Espanha, que me parece ter uma das mais notáveis evoluções socio-económicas da União Europeia.
Annus horribilis!
A revista da polémica em Espanha, condenada por publicar uma caricatura dos Príncipes das Astúrias há uns meses, tem uma capa deliciosa esta semana. O título é "Acabou-se o Annus horribilis do Rei", em referência ao que a Rainha Isabel II chamou ao seu ano de 1992. O Rei diz que "pior não poderá ser". Apaixonada, a Infanta Elena pergunta a Hugo Chávez: "dizes-lhe tu ou digo-lhe eu?". Muito bom...As cores de Adolfo...
sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008
Mais do Gymnich

E tenho de falar na tenda dos delegados, porque não foram só os chefes de delegação a ser bem tratados! O senhor Camelo, que serviu tudo, esmerou-se: o cozido, que a Teresa de Sousa elogiou no Público, estava mesmo óptimo; as sobremesas, deliciosas. Original a decoração das mesas, com espectaculares tabuleiros de pétalas de flores (3 exemplos em baixo). O ambiente estava fantástico, com todos a sentirem-se bem tratados e não meramente relegados a um canto.

Se eu soubesse o que sei hoje (e não fosse snob e falasse às pessoas e não tirasse só fotografias e não andasse de um lado para o outro com um ar emproado, sic) e tivesse os amigos que tenho... tinha-me divertido o triplo. E já assim foi divertidíssimo e inesquecível...
quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008
O misterioso desaparecimento dos cinzeiros...
Imagens da Presidência - III
Neste ano creio que foi - taco a taco com a assinatura do Tratado de Lisboa - a reunião que mais gozo me deu, que melhor combinou o trabalho com o social, que mais merece ser recordada pela perfeita organização, pelos pormenores bem conseguidos, pela perfeita harmonia entre a tradição e a modernidade. Com o extraordinário bom tempo do início de Setembro, as delegações da Europa mais cinzenta tiveram de se render à evidência de que não há como reuniões sob o sol de Portugal para os animar.
Parecia mau agoiro que, quando íamos a caminho de Viana, soubemos do assalto violento às ourivesarias do centro histórico. Parecia que começava mal. Mas o ambiente ficou marcado pela recepção na Câmara Municipal, logo na manhã do primeiro dia. A população a aplaudir na rua, as minhotas a rigor pelas escadas dos Paços do Concelho acima, a banda a tocar o Hino da Alegria e os MNEs e as suas senhoras a assistir da varanda. Perfeito.

A reunião estava igualmente perfeita. Uma fragata da Marinha estava fundeada em frente à nova Biblioteca Municipal, traço de Siza Vieira, onde se realizou a reunião e criava um enquadramento extraordinário para as discussões políticas. O almoço de trabalho que inaugurou o Gymnich não podia ter detalhes mais apropriados, com bordados de Viana na moderna mesa de reunião.
O melhor chegou ao final da tarde. No Teatro Sá de Miranda um concerto abriu o programa social. Aparentemente um sucesso; não pude assistir: o jantar era logo a seguir e foi o ponto alto. A chegada ao Museu Municipal de Viana foi de arrepiar. Banda de gaitas de foles na rua, população a aplaudir, ministros a acenar, um ambiente de festa surpreendente. Lá em cima, no jantar, uma das mesas mais incríveis que vi até hoje, perfeita sintonia entre o mais tradicional (os azulejos fantásticos das três salas comunicantes; a louça de Viana; as rendas da toalha) e o mais moderno (o acrílico da mesa e das cadeiras). Canja. Robalo. Rabanadas. Ambiente do mais descontraído que se possa imaginar.
Na rua o mais perigoso momento do dia estava a tomar forma: ou era o maior sucesso ou o maior fracasso. Quando as garrafas vazias eram já mais que as cheias, os ranchos começaram a tocar e a dançar na praça em frente ao Museu e o Presidente da Câmara e o Ministro convidaram os MNEs para saírem à varanda e verem.
A "Imagem da Presidência" que me parece digna de recordação ocorreu precisamente aqui, quando as minhotas correram escada acima e trouxeram para a rua os ministros, que dançaram, com elas e entre eles, antes de avançarem para o fogo de artifício com que terminou o longo primeiro dia, que para mim parecia decorrer há três dias. Uma animação! O sorriso estampado em todas as caras. Um mediático ministro dizia-me na varanda "Oh! And that's Carl Bildt, the Swedish Minister dancing down there!". Respondi-lhe que devia juntar-se a eles. Não sei se ele tinha reparado que entretanto já o castiço Ministro luxemburguês dançava com o Ministro Moratinos!

Perfeitamente inesquecível. Acho que "havemos de voltar a Viana"!
terça-feira, 1 de Janeiro de 2008
Manteigas ou o início de uma fulgurante carreira...
Bom 2008 para todos!











